sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Taste...



"These violent delights have violent ends,
And in their triumph die, like fire and powder,
Which, as they kiss.... Consume."
(Shakespeare)

I still remember the look on your face since the first time you've watched me dance. As I remember the moment when I escape with you through the night. The Lust on your eyes ran inside my veins, ignitting a desire consummed in kisses afterwards. When we've found ourselves alone at last, you caressed my lips, holding me close to your accelerated breath, so I could sense your intentions. Undressed me slowly, running my whole body with your fingertips. Gentle and soft kisses at first, followed by a tongue full of hunger that made me shiver. Your hands surrounded my hips, forcing my legs to open. You wanted to taste me...


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

10 000 visitas



A Eva agradece a todos os seus visitantes a passagem por este espaço!
Quero reter-vos por cá e que consiga de alguma forma tocar a Luxúria de cada um de vocês ;)

Beijos Luxuriosos em todos! *

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Ela n'Ele...



Procurava-o sempre que precisava sentir. No imediato viajava para as terras do prazer, onde o desejo lhe imergia à pele em espasmos de desejo descontrolado. Sem palavras, sem conversas, encostava-se na pele nua do peito dele. Os arrepios que assolavam o desespero dela eram a prova da demência com que se deparava diariamente. Oferecia orgasmos a si mesma com dedos sábios, de quem sabe que trilhos percorrer. Mas quando se deixava escorrer na boca dele, por entre gritos abafados, o orgasmo era sentido a um nível superior. Beijava ávida a boca dele no segundo seguinte para se relembrar do sabor do desejo na boca que sentia como sua. Lambia os lábios ainda húmidos, sem deixar vestígios da compostura que perdia a cada toque. Buscava cegamente aquele tremor nas pernas, que as mãos firmes dele amparavam. Num abraço só, suspirava de alívio. Quando as mãos dele a acariciavam nas costas, libertavam dores de prazer libertador. Dedos que pareciam como seus, que eram sentidos como donos da mesma pele. Uma pele vibrante e gulosa, que se esquece quem é sempre que é recebida nos braços dele. Queria senti-lo como água na boca dela. Queria molhá-lo com a língua irrequieta. Envolveu-o com os seus lábios vermelhos e sentiu-o mais molhado ainda. Dona de uma sede que a matava a cada minuto, engoliu o que lhe foi dado de livre vontade, quando o desejo se libertou da repressão....


segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Merry Christmas!!




Eu (4) ...


Tempo de reflectir... Tempo de olhar para trás e contabilizar o que ficou por fazer. Porque o que foi feito, feito está. Aconteceu. Viveu-se. Através de memórias podemos voltar a sentir o bom e o mau de 2013. Dizem as vozes que não devemos viver do passado. Concordo. Mas também acho que nos devemos olhar ao espelho e observarmo-nos de fora. Faz-nos bem. É difícil mas faz falta. Evoluímos, e é isso que nos faz melhores.

Eu estou melhor. Consegui resolver muita coisa e segui em frente. Por enquanto ainda é uma estrada sinuosa que tenho que percorrer. Mas irá tornar-se certamente num caminho mais aprazível. Sinto-me bem comigo (confesso que foi uma jornada longa). Tento agora olhar em volta e perceber que mãos me ajudaram a chegar mais longe. Reconheço-as diariamente em mim. Empenho-me em agraciar esses corações valentes que não temeram fazê-lo comigo. Porque considero que essa humildade nos refresca a Alma.


Admitir os nossos desejos em voz alta. Receber de braços abertos vontades e impulsos. Torna a vida apetecível. Não abdicar de sentimentos. Não desistir do que mexe connosco. Não recear o desconhecido. Atira-Te. Vive-Te. Gosta-Te. A euforia é o orgasmo da Alma.

Há quanto tempo não Te vens??


sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Palmoteada...



Vontade de ser invadida em todos os sentidos pela Tua dureza. Irremediavelmente invadida. Fatalmente penetrada uma e outra vez. Dolorosamente afagada pelas Tuas mãos possantes. Quero que me agarres de forma implacável. Que evites que eu me movimente. Que me forces a procurar prazer em Ti. É insanável esta urgência em esgotar energias no Teu corpo. Esvair o corpo em prazer exclamado. Derreter todos os músculos tal o fogo que nos rodeia e que se liberta em gotas salgadas que lambo na Tua pele. Apetece-me ser consumida em toda a extensão do meu desejo que Te esforças por lamber em torrentes por entre as minhas pernas...



And you? What do you want?

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Numb...



Passo a noite na madrugada do teu corpo. Divago por entre histórias contadas, versadas em sexo audaz. Um sexo por demais guloso, impregnado de um desejo quase absurdo até. Há conexões que são cravadas a ferros em peles que se consomem, por vezes em lume brando, outras repletas de labaredas quase dolorosas pela resistência que lhe fazemos. Empurramos portas sem cerrar o trinco. Desviamos o curso na primeira esquina como que a evitar o embate. Inútil. Inútil perante a gravidade que atrai peles que se queimam uma e outra vez. Um queimar de desejo, tal a insanidade de ambos em se consumirem. O magnetismo aterroriza e exige uma força maior sempre que se lhe queira fazer frente. Mas também traz inevitabilidade, pois existem fomes e peles que não sobrevivem sem o timbre alheio, na ausência da marca que lhe pertence. A sensação de completo, de cheio, nunca chega. Um sinal que não é possível obter. Fodemos. Fodemos uma e outra vez para sobrevivermos um no outro. Fodemos sempre na busca de um recheio que quase sempre se olha incompleto...